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Rose Frigeri cobra melhorias à EMEF Governador Roberto Silveira

Segundo a vereadora caxiense, a prefeitura precisa providenciar uma solução pois a quadra está interditada e os banheiros se encontram em condições precárias para uso por parte dos estudantes


A vereadora Rose Frigeri/PT voltou a trazer para a tribuna, na sessão ordinária desta quarta-feira (24/04), demandas ligadas à educação. Cobrou da prefeitura uma solução urgente para a infraestrutura na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Governador Roberto Silveira, no bairro Kayser, mais pontualmente para a quadra e para os banheiros. “É uma escola que não tem mínima condição de funcionamento onde está e precisa de urgente solução”, reivindicou, acrescentando que são cerca de 500 estudantes matriculados, da Educação Infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental.

De acordo a parlamentar, a quadra está interditada há três anos e os alunos enfrentam dificuldades, principalmente, para a prática da Educação Física e para o recreio. Em dias de chuva, por exemplo, o intervalo de descanso entre as aulas ocorre dentro da sala. Rose fez um histórico dos problemas estruturais pelos quais passam os docentes e discentes da instituição de ensino desde 2019, quando começaram as melhorias na quadra. A empresa licitada fez a obra, entretanto, não foi feita a contenção adequada e terminou interditada em agosto de 2021.  

Quanto aos banheiros, disse que estão se “desmanchando” e, se seguirem assim, as crianças e adolescentes não terão onde fazer as necessidades.  “Não é digno estudantes pequenos em banheiros precários e junto com os grandes”, avalia Rose, que pretende encaminhar o assunto ao Ministério Público.

A parlamentar relembrou que o tema já constou em um pedido de informações aprovado em plenário. Ele foi protocolado pela própria vereadora a partir de uma proposta de uma estudante do colégio defendida durante uma edição do Programa Vereador Por Um Dia. Conforme Rose, o retorno do município aconteceu, porém, na sua opinião, veio de maneira vaga.

Rose ainda mencionou dificuldades na parte pedagógica enfrentadas pelos docentes. Para exemplificar, citou uma turma sem cuidadoria e com 27 estudantes, sendo três ou quatro imigrantes de outra nação e alguns outros com deficiências.   

Por fim, pediu ao Executivo para antecipar uma reunião agendada para 13 de maio com vereadores para detalhar um projeto de autoria da prefeitura e em tramitação na Casa a respeito da contratação emergencial de horas médicas.

Assista à entrevista para a TV Câmara Caxias:

24/04/2024 - 11:17
Assessoria de Imprensa
Câmara Municipal de Caxias do Sul

Editor(a) e Redator(a): Vania Espeiorin - MTE 9.861

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