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Rafael Bueno critica aprovação de reforma trabalhista


Vereador classifica ato do Senado como mais duro golpe da história


A aprovação da reforma trabalhista pelo Senado foi tema do grande expediente do vereador Rafael Bueno/PDT nesta quarta-feira (12/07). O pedetista criticou a decisão, alertou para reflexos na sociedade e perdas de conquistas dos trabalhadores.

Na avaliação do pedetista, o ato representa o mais duro golpe sofrido pelos trabalhadores de carteira assinada para quem sindicalistas tanto lutaram em portas de fábricas, no comércio em outros setores pelos direitos. Destacou principalmente a situação das mulheres e classificou a reforma como uma verdadeira corrosão do trabalho contratado e erosão do emprego regulamentado.

Conforme o parlamentar, muitos dos 50 senadores a favor da reforma  estão envolvidos em esquemas de corrupção, defendem o presidente Michel Temer, servem ao grande capital e aos grandes empresários que financiam suas campanhas.

Rafael parabenizou os 26 senadores que votaram contra, destacando o gaúcho Paulo Paim/PT. Por outro lado, criticou os também gaúchos Ana Amélia Lemos/PP, dizendo que ela serve aos ruralistas, e Lasier  Martins/PSD, comemorando que este deixou o PDT. Caso contrário, agora seria alvo de manifestação da juventude pedetista e pedido de expulsão.

Rafael Bueno lembrou que gestantes terão de provar insalubridade, jovens farão uma espécie de serviço voluntário por não terem vínculo empregatício.

Em apartes, Renato Oliveira/PCdoB disse, com a reforma, muitos trabalhadores não terão tempo para refeição, já que o intervalo será reduzido. Gustavo Toigo/PDT avaliou que está sendo desmontado todo o aparato de proteção ao trabalhador conquistado desde a época de Getúlio Vargas. Também houve manifestação de Velocino Uez/PDT, lembrando a situação dos trabalhadores rurais, e de Ricardo Daneluz/PDT.

 

12/07/2017 - 11:32
Assessoria de Imprensa
Câmara Municipal de Caxias do Sul

Editor(a) e Redator(a): Clever Moreira - 8697

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